O Senado Federal continua tentando voltar à normalidade mas a tarefa tem sido árdua. Ontem ao utilizar a tribuna para se pronunciar sobre o ex-presidente Getúlio Vargas e o centenário de morte do Escritor, Euclides da Cunha, o presidente José Sarney, teve que em aparte solicitado pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ser lembrado que a crise no senado não está superada. O que deixou o senador José Sarney, visivelmente indignado. O senador petista é de fato muito lento. Ele acompanhou de perto os últimos meses mais tristes da república, no entanto, pouco ou quase nada se ouviu do senador Suplicy sobre a crise. Ontem resolveu tomar satisfação sobre o fato. O senador Paulista deve ter considerado, em seu rompante nacionalista e preocupado com a instituição a máxima que diz "antes tarde do que nunca".
Hoje os líderes partidários devem se reunir com o presidente do Senado, para definir os projetos que serão priorizados nos próximos dias nas votações Plenárias. Resta saber se todos os senadores farão vista grossa ao mais recenternte episódio trágico da politica brasileira. Onde o único punido deverá ser a Comissão de Ética do Senado, que já se fala até em seu fim. Descobriram que a Comissão não tem ética.
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