quinta-feira, 30 de julho de 2009

Sarney rebate mais uma denúncia de jornal

O presidente do senado, José Sarney, se defendeu das denuncias veiculadas ontem pela imprensa. Que o acusa de ter nomeado em seu gabinete a filha de um dos seus ajudantes de ordem, a estudante Gabriela Aragão, que segundo a denuncia não comparece ao trabalho.

O ato de contratação foi assinado pelo ex-diretor-geral Agaciel Maia, um dos principais responsáveis pela emissão de atos administrativos secretos no Senado.

Por meio da nota, Sarney diz que Gabriela tomou posse em 16 de janeiro de 2007, “e foi imediatamente cedida ao Conselho Editorial do Senado Federal, onde exerce as suas atribuições”, em expediente de seis horas (das 7h às 13h), “cumprido com assiduidade”, e salário bruto mensal de R$ 1.247,48.

Junto com o comunicado, a secretaria de Imprensa da Presidência do Senado apresenta anexos de comprovantes da Caixa Econômica Federal e do Centro de Integração Empresa-Escola, que comprovariam a atividade extra da estudante como estagiária naquela instituição bancária, com bolsa-auxílio mensal de R$ 581,00.

O turno de Gabriela na Caixa, segundo o CIEE, é das 13h às 18h – isso quer dizer que, caso cumpra à risca, diariamente, seu horário no Senado, ela chega todos os dias atrasada ao segundo trabalho.

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