terça-feira, 23 de junho de 2009

"Jogando a sujeira para debaixo do tapete!?.."

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de por fim a obrigatoriedade do diploma de jornalista, parece que mexeu com a cabeça do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele agora está se sentido o próprio pauteiro da Imprensa Nacional . E resolveu dizer qual seria a principal noticia de hoje.
Segundo o Presidente Lula, o país deveria ter acordado com a noticia do aumento do emprego e não com os escândalos no Senado. "Em uma crise como essa, o aumento de mais de cem mil empregos é uma coisa (positiva), mas a manchete é o emprego no Senado. É uma perda de valor", disse Lula ao participar da cerimonia de lançamento do projeto de revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro.

O Presidente Lula, apesar da popularidade ainda em alta, tem dado algumas declarações infelizis que poderiam ter reflexos negativos direto na opinião pública. Mas ele sabe que está no Brasil, "o paíz do faz de conta".
O presidente deve ter confundido jornalismo com publicidade ao criticar jornalistas e as manchetes dos jornais nesta terça-feira. Os empregos aos quais se referia foram criados a partir de uma ação de governo e acompanhados através de levantamentos do Ministério do Trabalho. Nada mais que a obrigação.

Já os empregos que a imprensa vem denunciando foram criados através de "atos secretos" para beneficiar familiares, amigos, correlegionários e bajuladores do poder. Toda essa farra às custas das pessoas "comuns" desse país, que ainda bem, são a grande maioria.
Na semana passada Lula, também criticou a imprensa no que chamou de "onda de denuncismo" e afirmou que não sabe a quem interessa esses ataques ao legislativo. Não satisfeito aproveitou para defender o presidente do Senado, José sarney, ao afirmar que ele não pode ser tratado como uma pessoa "comum". O presidente Lula, deve ter um motivo muito forte para fazer tal declaração.

De acordo com as denuncias pelo menos, sete pessoas ligadas ao Presidente do Senado, teriam sido beneficiadas com os tais "atos secretos".

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