O PMDB que a muito tempo não briga por canidatura própria para Presidência da República, o último foi Ulissis Guimarãs, está preocupado com a sucessão do Presidente Lula. O partido tem optado em ficar na posião de apoio ao governo, seja ele qual for, e se utilizar da sua força de bancada para influênciar o governo e barganhar cargos estratégicos. Essa posição inclusive é ponto de divergência dentro da cúpula da sigla, entre os inconformados com essa postura do partido, está os Senadores Pedro Simom e Jarbas Vasconcelos.A situação é tão séria que o PMDB não quer nem saber de ficar contando só com o "Projeto Dilma". Em matéria públicada hoje no Jornal o Estado de São Paulo, o Partido demonstra claramente a sua preocupação, com a sucessão peresidencial do ano que vem. E como o PMDB não consegue ficar fora do poder, a cúpula do partido trabalha dentro da logística da segunda opção até com o nome do Governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), que é do principal partido de oposição ao presidente Lula.
Abaixo alguns trechos da matéria:
O PMDB não aceita ficar totalmente "pendurado" no projeto da candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff e quer que o governo articule um "plano B" para enfrentar incertezas políticas provocadas pelo tratamento do câncer linfático a que se submete a chefe da Casa Civil. A cúpula do partido aguarda apenas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorne da viagem internacional, neste fim de semana, para cobrar uma alternativa a Dilma e regras que pacifiquem as disputas entre petistas e peemedebistas nos Estados.
O STF pode livrar o ex-ministro da Fazenda e deputado Antonio Palocci (PT-SP) de processo penal no julgamento, marcado para 4 de junho, do caso envolvendo a violação de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Independentemente da decisão do STF, que pode abrir espaço para a candidatura Palocci, líderes do PMDB não desistem da ideia de converter o governador tucano de Minas, Aécio Neves, no 'plano B' da sucessão.
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