As enfermeiras Danielly Alves Diniz, 25 anos; Hormígida Oliveira Muniz, 40 anos, e Maria do Carmo Vieira dos Santos, 33 anos, acusadas de sequestrar a recém nascida Clara Fernanda, filha de Luziete Garcês Jurema, foram soltas , por ordem judicial. O crime ocorreu no dia 6 de março deste ano, no berçário da Santa Casa de Misericórdia.Segundo o advogado de Danielly Alves, Júlio César Marques, principal acusada de seqüestrar a criança, ela pode responder em liberdade, já que o delegado decretou apenas prisão provisória. “No caso, Danielly pode responder o crime em liberdade provisória. Mas para isso, ela teve que assinar um termo de responsabilidade, que a obriga a comparecer a todos os atos do processo”, confirmou o advogado. As outras envolvidas no sequestro também foram soltas sob a mesma alegação do advogado de Danniely.
A recém-nascida Clara Fernanda foi sequestrada por volta das 13h30 do dia 6 de março, minutos após o parto. A criança ficou desaparecida exatos 14 dias.
No dia 20 de março Danyelle Alves Diniz foi detida no Cartório Benedito Leite, localizado nas dependências da Maternidade Benedito Leite, quando tentava registrar Clara Fernanda. A acusada foi autuada em flagrante por uso de documentos falsos, parto suposto e subtração de incapaz com finalidade de colocar em lar incerto.
Além de Danyelle Diniz, foram presas as auxiliares de enfermagem Hormígida Oliveira Muniz, 40 anos, e Maria do Carmo Vieira dos Santos, 33 anos, que estariam envolvidas na subtração da criança. Elas duas tiveram logo suas prisões preventivas decretadas, após depoimento de Danyelle, que acusou o envolvimento das duas.
Confirmação – No dia 29, o exame de DNA confirmou que a recém- nascida localizada com Danielly Alves era mesmo a pequena Clara Fernanda, filha de Luziete Garcês Jurema, 31 anos, e José Ribamar Pereira Dutra, 37 anos. Na ocasião, o superintendente de Polícia Civil da capital, delegado Hagamenon Azevedo, afirmou que o caso estava encerrado e que não havia dúvidas do envolvimento das três enfermeiras no sequestro de Clara Fernanda.
No dia 20 de março Danyelle Alves Diniz foi detida no Cartório Benedito Leite, localizado nas dependências da Maternidade Benedito Leite, quando tentava registrar Clara Fernanda. A acusada foi autuada em flagrante por uso de documentos falsos, parto suposto e subtração de incapaz com finalidade de colocar em lar incerto.
Além de Danyelle Diniz, foram presas as auxiliares de enfermagem Hormígida Oliveira Muniz, 40 anos, e Maria do Carmo Vieira dos Santos, 33 anos, que estariam envolvidas na subtração da criança. Elas duas tiveram logo suas prisões preventivas decretadas, após depoimento de Danyelle, que acusou o envolvimento das duas.
Confirmação – No dia 29, o exame de DNA confirmou que a recém- nascida localizada com Danielly Alves era mesmo a pequena Clara Fernanda, filha de Luziete Garcês Jurema, 31 anos, e José Ribamar Pereira Dutra, 37 anos. Na ocasião, o superintendente de Polícia Civil da capital, delegado Hagamenon Azevedo, afirmou que o caso estava encerrado e que não havia dúvidas do envolvimento das três enfermeiras no sequestro de Clara Fernanda.
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